Category Archives: G. K. Chesterton

Tom Jones e a moralidade – G. K. Chesterton

O segundo centenário do nascimento de Henry Fielding é com muita justiça celebrado, mesmo que, até onde é possível saber, seja celebrado só pelos jornais. Seria esperar muito que um incidente meramente cronológico como esse fosse induzir as pessoas que escrevem sobre Fielding a lê-lo; esse tipo de negligência não passa de um outro nome… Read More »

Um grande homem – G. K. Chesterton

As pessoas acusam o jornalismo de ser excessivamente pessoal; mas a mim sempre pareceu impessoal demais. É acusado de rasgar os véus da vida privada; mas a mim parece estar sempre estendendo véus diáfanos, mas ofuscantes, entre os homens. A imprensa marrom é criticada por expor fatos privados; eu gostaria que a imprensa amarela fizesse… Read More »

O leão – G. K. Chesterton

Na cidade de Belfort, pego uma cadeira e sento-me de frente para a rua. É um lugar-comum falar do “Homem da Rua”, mas o francês é o verdadeiro homem da rua. Coisas muito centrais para ele estão ligadas a esses postes e calçadas: tudo desde suas refeições até seus martírios. Quando um inglês olha pela… Read More »

Uma história um tanto improvável – G. K. Chesterton

Não consigo lembrar-me se esse conto é verdadeiro ou não. Se o ler todo com muito cuidado suspeito que concluirei que não é. Mas, infelizmente, não posso lê-lo todo com muito cuidado porque, sabem, ainda não está escrito. Sua imagem e sua idéia prenderam-se a mim por grande parte da minha infância; posso tê-lo sonhado… Read More »

Um vislumbre do meu país – G. K. Chesterton

O que é que estamos todos procurando? Imagino que na realidade esteja bem perto. Quando era menino, imaginava que o Céu ou o País das Fadas ou qualquer que fosse o nome ficava imediatamente atrás das minhas costas, e que era por isso que nunca conseguia vê-lo, não importava o quanto me contorcesse e girasse… Read More »

A estação ferroviária pré-histórica – G. K. Chesterton

Uma estação ferroviária é um lugar admirável, embora Ruskin não pensasse assim; não pensava assim porque ele mesmo era ainda mais moderno do que a estação ferroviária. Não pensava assim porque ele mesmo era febril, irritável e resfolegante como uma máquina. Não conseguia perceber o remoto silêncio da estação. “Em uma estação ferroviária”, dizia, “você… Read More »

O Diabolista – G. K. Chesterton

De vez em quando introduzo em meus ensaios um elemento de verdade. Mencionei coisas que realmente aconteceram, como o encontro com o presidente Kruger ou ser atirado para fora de um táxi. O que vou relatar agora realmente ocorreu; porém não houve qualquer elemento de prática política ou perigo pessoal. Foi simplesmente uma quieta conversa… Read More »

O enigma da Hera – G. K. Chesterton

Há mais de um mês, quando eu saía de Londres em férias, um amigo entrou em meu apartamento em Battersea e encontrou-me rodeado de bagagem semi-empacotada. “Você parece estar saindo de viagem”, disse-me. “Para onde vai?” Com uma cinta entre os dentes respondi: “A Battersea.” “Foge-me completamente a brincadeira em sua resposta”, disse-me. “Estou indo… Read More »